O New York Times divulgou há pouco que amanhã, dia 24 de junho de 2020, a União Européia irá anunciar oficialmente a reabertura de suas fronteiras a partir de 1º de julho de 2020, porém haverá uma lista de países com entrada proibida, como os EUA, a Rússia e o Brasil.

Com todo respeito pela UE é uma medida “burra”, já que qualquer pessoa com passaporte da UE pode entrar sem restrição, seja ela brasileira, russa ou americana. Então um brasileiro com dupla nacionalidade infectado poderá entrar e propagar o vírus, enquanto um brasileiro não infectado fica proibido.

É uma decisão política e não científica, diferente do que ocorre nos Emirados Árabes, que estão tomando todas as preocupações para de fato mitigar a propagação do vírus, exigindo exame PCR negativo há pelo menos 4 dias antes do embarque.

Mas por que uma medida “burra”? Porque a Europa precisa de turistas, pois é a maior arrecadação atualmente de renda do velho continente. Engraçado que parece que a China estará liberada, um país que não existe transparência alguma nos números.

Enfim, é uma medida triste porque segue a política e não a ciência. Obviamente isso deverá ser revisto de 30 em 30 dias adicionando ou retirando países que terão a possibilidade de ingressar na União Européia como visitantes. 

Na nossa opinião, realmente é um pouco cedo demais para viajar, e recomendamos somente após a disponibilidade de uma vacina eficaz, mas jamais podemos tomar parte pelo todo, e uma viagem a Europa pode ser importante para reconectar familiares, resolução de problemas para quem tem “situações” na UE, ou ainda outros fatos relevantes.

Então, no nosso “achismo”, o correto seria a UE abrir para quem tem ou IGG positivo há menos de 3 meses ou PCR negativo há menos de 4 dias da data de embarque, pois nesse caso sim seria seguido a ciência e não a política. 

Você pode ler a reportagem do New York Times clicando aqui. A notícia oficial sairá amanhã. E você? O que acha isso? Irá te impactar de alguma forma?